um pouco mais sobre mim...

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Casada, escritora, com a alma rodeada de perguntas... Amo meu marido, minha família e meus animais de estimação. Sou um pouco ansiosa, gosto de tudo o que faz bem. Amo escrever... Isso faz de mim elo com os sentimentos que me consomem e que vagam por entre as pessoas. Sou uma pessoa extremamente intuitiva, que adora ouvir música (extremamente seletiva quanto a isso), que ama escrever, que faz do amor sua fonte de energia vital... Sempre!

domingo, 12 de maio de 2013

O amor...



Posso dizer que vim a passeio,
Missionada ou mesmo sem motivo algum.
O que me difere é crer no amor.
Creio no amor, piamente.
Talvez seja a única coisa que sei.
De fato e de direito.
Com toda a pompa de escritor renomado.
Com toda a clareza de um ser iluminado.
Talvez seja ele, o amor,
O único quê que me traga sabedoria.
O amor como fonte de sobrevivência.
Nas suas mais variadas formas, sem exceção.
O amor como brilho dos olhos.
Mesmo quase sem poder enxergar nem um palmo.
Todas as formas.
Todas as dimensões.
Tecnológico ou mesmo utópico.
Tanto faz.
Aliás, não há diferença alguma!
Desde que vindo das profundezas d’alma,
Toda forma de amor é válida.
E já falando em profundezas d’alma...
Posso dizer que me conheço melhor
Toda vez que me disponho
A olhar-me, me amando.
Quando enxergo as coisas e seres
Com os d’alma,
É tão mais fácil saber
O quanto tudo é verdadeiro!
Sai dos poros.
Expira pelos suores.
Mas, não fede.
A permanência, a companhia,
Acaba por se tornar agradável.
Tudo flui melodicamente.
Não nos doendo os ouvidos.
Não nos dando dor de cabeça.
Diz Sigmund Freud
Que, para que conheça seus defeitos,
Antes de tudo deve dispor-se a conhecer-se.
Sábias palavras, para a época.
Porém, pouco postas em prática na atualidade.
Pena ver que hoje
O quê que move o mundo
Anda sendo posto em segundo, terceiro plano.
Talvez se tal prioridade se invertesse
Muitos poucos desgastes encefálicos teríamos.
Seríamos mais felizes.
E, consequentemente, muito mais felizes.
Deixaríamos de reclamar
Se a calçada do vizinho está suja,
E nos preocuparíamos mais
Com nossa própria ignorância.
Exaltaríamos o belo e simples,
Ao contrário do que se vê hoje.
Deixaríamos na pele, como tatuagem,
Somente e tão somente
O lado bom da vida!
Para que todos vissem e apreciassem.
Sem pressa.
Sem firulas.
Sem aqueles enfeites bestas
Que a maioria usa,
Só para dizer que vale mais.
Vale o quanto vale.
Nem mais, nem menos!
O que nos faz valer
Não são os adornos, as sianinhas douradas.
Mas o quão honesto fomos para adquiri-los.
O que nos faz seres bonificados ou amaldiçoados
É o quanto do nosso coração
Entregamos àqueles que nos amam.
Ou que se importam conosco.
Isso sim nos avalia!
Isso sim nos mostra se estamos no caminho.
A que viemos.
Por quem viemos...
E se permaneceremos bons ou maus?
Quem dirá?
Talvez seu coração lhe diga!
Talvez seu espelho lhe mostre!
Tente enfrentá-lo!...

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