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Casada, escritora, com a alma rodeada de perguntas... Amo escrever... Sou alguém que coloca o coração em tudo o que faz... Que dá o seu melhor... E que ama traduzir sentimentos!

quarta-feira, 27 de maio de 2026

Cinco ou Oito: Sangue Cíclico!




Cinco ou Oito?

Nem soma, nem subtração...

Outra história. 

Outro querer.

Outra órbita.

Vida cíclica.

Focos em fases, lunares! 

Feitos mal-feitos.

Perdidos em meio ao caos.

Unilateralidade...

Visão deturpada. 

Parada no tempo, no olhar.

Olhos de lince, na caça.

Carne crua, sangrenta.

Vampirismo onde não há mais sangue.

É preciso nova vítima pulsante!

Novo sangue na jugular,

Para ser servido pelos caninos!...

Cinco ou oito?

Outra hora a chave gira!

Por hora, só lembrança.

Às vezes, o gosto ainda replica no paladar...


terça-feira, 26 de maio de 2026

Vira-lata de Rua: Banho, Tosa e Trato!




Cachorra! Vira-lata de rua. Com rabo empinado e pelos douradinhos. Rebolando no meio-fio! Virando as caçambas em busca de carne! 

Foi assim que a vi. Às três da tarde de uma quarta-feira qualquer. A caminho do trabalho. E eu quis levar para o banho e tosa. 

Dei um trato. Daqueles de chacoalhar os pelos todos, friccionando o dorso. Mergulhei a carcaça na água da banheira, e fui logo metendo uma espuma entre os cabelos. 

Peitos, pele, quadril. Braços, pernas e bumbum. Lavados com a mão de alguém que sabe excitar. 

Numa massagem tântrica ,quase diabólica. Numa conferência quase excepcional... Tal qual as outras tantas, essa tem cheiro de femea! E eu, macho pronto para a cópula! 

Quando vejo, não sou muito de resistir. Era diferente, até ela me revelar um lado árduo e cruel. E também ardiloso e altamente provocativo.

Saí da casa. Da caixa. Da convicção! Não sou mais o mesmo! E ainda assim posso ser o que me der vontade, com ela.

O detalhe são as outras!... Que mexem com minha virilidade.  E eu gosto disso!

E hoje não foi diferente! Ou melhor, foi! E como foi!... Com direito a banho de língua, salivante!

Provocante da cadela de rua. Nua. Crua e sem placa de identificação na coleira! 

Sem eira, nem beira nenhuma. Só com pelagem dourada e rebolado quase profissional! Mortal feito raiva humana. Mas, com vacina bem dada, intramuscular. 

No lugar certo, entre os lábios maiores! E que depois foi a fundo, com direito a escorrer de volta um pouco para fora do caminho.

No chão, de quatro. Com coleira presa no pescoço. Enforcando. Com strass dado de presente, para reluzir os dentes e os olhos. 

Com olhar de salivação na carne. Com carne de primeira  e segundas intenções... 

Com mamilos endurecidos pelo arrepio causado. Com brinquedo jogado e pego com a boca! 

Cachorra!  Vira-lata de rua. Da vida! Da cama! De quem oferecer a melhor investida... O melhor brinquedo! A melhor comida! 

De rua! Hoje, minha! Amanhã sua... Ou a gente reveza, quem sabe. Talvez ela goste de uma orgia animal!


segunda-feira, 18 de maio de 2026

Holandesa & Touro Forte: Ovos e Leite Condensado!




Dia chuvoso. Bom para uma aventura. No ar condicionado, suando em bicas.

Cheguei de viagem tem dois dias. E ela já está com aquela cara de pouca conversa. Como sempre! Isso me cansa.

Desde que eu aprendi a vê-la com olhos de homem, deixei de prestar atenção aos detalhes rodados da relação.

Chego em casa e quero relaxar. E me aliviar também. Cobro minha meia hora diária de prazer. E o restante, busco fora de casa.

Como hoje. Num encontro de escritório. Com uma morena de parar o trânsito.

Enfiada num terninho de saia e blazer. Cinza chumbo. Um sapato de salto alto e bico fino. Uma meia calça e um brinco de penduricalhos. Bem perua chique.

Meia-idade. Uns quarenta e pouco. Cabelos crespos presos num coque alto bagunçado. Olhar negro feito a noite. Sombria feito gata de rua. Disfarçada de executiva.

Reunião de última hora. Na hora do almoço. Eu, faminto. Vontade de comer algo diferente do trivial. E hoje sinto que vou me escaldar!

Chega às onze e meia. Pontualmente. Senta, cruza as pernas e estende a mão. Eu levanto, olho e fiscalizo. Como homem educado, cumprimento. Com olhar de análise sintática. Falo um pouco sobre o assunto agendado. Combino estratégias. Suponho táticas.

Mas, estou com muita fome. Quero comer. Então proponho um almoço no meu restaurante favorito. E ela aceita. Vamos no meu carro. Para facilitar o trajeto. Seu carro permanece no estacionamento.

Entramos no meu carro. Ajeito o retrovisor. Borrifo própolis na garganta. E coloco o cinto. Ela senta ao lado. Afivela o cinto e coloca a bolsa no colo.

Dou aquela respirada. O perfume está em dia. Gostoso de sentir. Algo doce, mas marcante. Sem ser enjoativo.

Ela percebe. E parece gostar, esboçando um sorriso de canto de boca. E que boca! Carnuda! Num batom vermelho pimenta. Cremoso. Como se tivesse sangue em seus lábios.

Dei partida, girando a chave. E outra chave girou dentro de mim. E se eu parasse em frente ao motel mais luxuoso da região, só para ver sua reação?

Confesso que estava com fome. Mas,poderia saciá-la de outra forma. Comendo outra coisa que não fosse um salmão com ervas finas e azeite.

O caminho era rápido. E em doze minutos eu passei pelo letreiro escrito Hórus Motel: onde seu prazer tem encontro marcado conosco!

Olhei para ela. E não disse nada além de um: que tal? E foi ali que tudo começou... Ela estava com um fio dental uva. Quase desaparecendo em meio às bandas... Aquilo foi a deixa.

Um sutiã só com aro e renda. Sem bojo. Apenas uma rendinha fininha cobrindo seus peitos. E uma aréola saliente. Pontuda. Sortuda em minhas mãos.

Ordenhei. Enchia as mãos e a boca. Com certeza, era uma das melhores holandesas que já provara.

Eu, touro de fazenda... Logo quis montar naquilo tudo. E como montei! Sem dó do peso. Sem me preocupar com nada além da monta.

Montei bonito. E mostrei o porquê gosto de ares agrícolas, vez ou outra. Não podia perder a chance de ter mais uma das melhores holandesas em meu rebanho.

Num banho de leite, de esperma, de cores. Com pelos e peles à mostra. Gastando quarenta e cinco minutos do almoço. Numa rápida passagem pelo Hórus.

Monta, cerveja, balinha de menta. Pimenta e leitinho quentinho. Mamadeira cheia daquele sabor picante de prazer. Boca na boca. Pele na pele. Penetrando na cavidade peluda. Boazuda. Bocuda!

Era tão grande cada detalhe... Que dava tá saborear com a boca cheia... E pedir mais!

Capaz que eu ainda ficasse mais um tempo ali. Só que estava na hora de comer algo mais gastronômico. A sobremesa eu já havia devorado com colher de sopa!

Roupa colocada. Reunião no segundo tempo. Bem mais produtiva. Bem mais saborosa. Depois do almoço. Da comida. Da sobremesa. O pudim batido com ovos e leite condensado estava delicioso!

Talvez eu prove mais um pouco, depois do expediente. No Hórus. Ou no Haras, com uma potranca de respeito! Tem base, não!


domingo, 17 de maio de 2026

Chiclete Mascado & Suborno: Lençol Perfumado!

 



Tudo começou a mudar com ela olhando para ele e para mim. Lembro da carinha dela, satisfeita! Foi feita sua vontade!... E eu despertei minha vontade de nadar fora do aquário.

Como bom aquariano, percebi que as paredes grossas de vidro precisavam serem quebradas. Era preciso expandir as experiências...

E foi o que fiz! Fiz com maestria. Como bom homem. Como bom puto. Sem vergonha na cara. Com proteção de látex. Somente essa! 

Perfume na pele. Cabelo alinhado. Penteado com gel. Cheiroso como tem que ser. Saliente, como nunca fui!

Sempre fui o melhor marido! O bom filho. O exemplar profissional. E nada deu tão certo quanto a piração que eu me propus...

Pus de lado a exímia educação. Cheguei com olhar de lince. Analisando a caça da noite.

O local? Uma festa no subúrbio da cidade vizinha. E eu, com calça azul marinho de linho, camisa preta de botão e sapato social. Um cinto preto de couro. Um relógio o pulso. A aliança no dedo. E a corrente de ouro no pescoço. Presente de mãe, ainda na adolescência. 

Os óculos de grau no rosto fazem o charme a mais. Além da pinta no lado esquerdo da bochecha. Pele limpa e cheirosa. E olhar preparado para sair fora da ordem de sempre!

Um drink. Um whisky com gelo. Uma banqueta alta junto ao balcão. Um garçom barato. Facilmente negociável... E várias mulheres interessantes!

Mas, uma em especial me chamou mais a atenção: de vestido rodado azul marinho. Com alças finas e o sutiã preto.  Num salto. Cabelos batendo nas costas. Voando feito pássaro ao vento! Assim não aguento! Quero provar esses lábios! 

Suborno o garçom com algumas notas de dinheiro... E em cinco minutos, é ofertado a ela uma bebida. Algo mais adocicado, para refinar o paladar da Dona.

Junto com a taça, um convite. Dois dedos de prosa. Junto ao balcão, primeiramente. E depois, sabe Deus onde!

E a curiosidade em ver um homem atraindo para si o interesse nela, fez com quem viesse.

Mascando um chiclete com sabor de melancia. Parecia ter no máximo uns vinte e cinco. Uma ninfeta, cheia de vontade de ganhar algo. E eu, um lobo querência uma caça para comer!

Faminto... Olhei de cabo a rabo. Aquela conferência nada discreta. Apresentei -me e fui direto ao ponto: disse a que vim até ali,e o que queria fazer! Na cara de pau! Com a calça já apertando o menino!

Fui direto. E ela nem pestanejou em recusar. Disse que a recompensaria muito bem, ao término. O que aguçou mais ainda sua rapidez.

Em dez minutos ela já havia me posto em seu quarto. Simples, na periferia. Porém, impecavelmente limpo. E mais rápido ainda já foi desabotoar meu cinto, caindo de boca na cabeça dele. 

Lambeu como se estivesse devorando doce de leite cremoso de colher! Sugando cada pulsação que ele dava!

Aquilo foi me deixando solto. E eu solto, sou cruel! Não meço forças para me satisfazer!

Peguei seus cabelos e enrolei num coque alto. Puxei. Segurei firme. E apenas ordenei que engolisse. Tudo!

Movimentei como se estivesse embaixo. É só fui! Até ouvir um engasgo maior e uma respirada mais funda.

Confesso que ela aguentou bem os vários centímetros! Mas, eu não estava satisfeito! Não ainda! Queria fazer valer a pena a noite! A cama...

Joguei contra a cama. De bruços. De quatro, onde apenas o tronco ficou apoiado. E fui! Sem dó! Abrindo o caminho com ele. 

Segurei sua cintura com uma mão. E a boca com a outra. Equilíbrio perfeito com o meu corpo em cima do seu. Pude ver as montanhas douradas de Sol. Areia clara e um monte quente, quase pelando.

Pelada, apenas com o sutiã preto. Mais nada. E um gemido mais potente, a cada ida e vinda minha. 

E como fui!!! O máximo que eu quis, naquela posição. Naquele orifício. Contudo, ainda não estava satisfeito. Queria mais! E fiz! Virei seu corpo ao contrário, peguei suas coxas e empurrei seu corpo contra a parede, erguendo-a. Encaixei suas mãos em meus ombros. E disse para que sentisse. 

E, ali, em meus braços, a fiz cavalgar. Sincronizando os movimentos. Colocando cada vez mais ao fundo. Suando e sugando seus mamilos, enquanto beijava sua boca carnuda. 

Porém, não era a hora de explodir ainda. Eu queria mais! E então eu a abri. Toda. Alternando entre as portas. Da frente, numa visita mais elaborada. E dos fundos, numa visita de médico público. Com a rapidez e a grosseria de um médico que já estava de plantã há doze horas. 

Alternei entre a medicina particular e a pública. Dando atenção exacerbada. E passando a receita sem olhar o paciente. 

Entretanto, eu a mediquei. Duplamente. Com o xarope via oral. E intra muscular. Num músculo altamente febril. 

A ninfeta provou o tiozão! Sem jaleco branco. Apenas no lençol branquinho e perfumado. Que ficou todo amassado e suado, com o atendimento peculiar.

Após, um beijo roubado e uns tostões de dinheiro vivo. Contudo, um detalhe: meu cartão de visita em meio às notas. 

Estratégico? Talvez. Descuido. Será? Vamos ver o que o destino reserva para esse que vos escreve!... Aguarde!



sexta-feira, 8 de maio de 2026

De Peixes...




Sonha comigo!

Minha intuição é meu guia.

Idealiza minha felicidade, 

Junto de você!

Meu mundinho particular é artigo de luxo!

Puxo você para perto.

Aperto contra o peito!

Gosto de energia!

Seja ela cósmica, elétrica ou sensorial!

Vem dançar ao som da minha cauda dourada...

Bailar nas profundas águas de mim!


De aquário...




Há quem diga que eu nado em águas rasas.

Há quem me julgue profundeza.

A certeza, é que observo.

Absorvo, quase nunca! 

Analiso se compensa o crime...

Para só depois eu gastar a bala do revólver!

Resolvo tudo analíticamente.

Não me apego, por protocolo.

Mas, se ultrapassar as barreiras do aquário,

Faço você nadar em minhas águas!


De capricórnio...




Sou Caprica,  não implica!

Se complicar, fecho o tempo.

Trabalho duro, guardo tudo.

Dinheiro, nomes e datas!

Sapateie ao meu lado...

E você fica para trás!

Capaz, que eu fique de bico.

Não há tempo para diálogo.

Sou urgente!

E há quem tente me parar...

Só de imaginar isso já deixei para depois!

Estou muito ocupado para tanto!