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Casada, escritora, com a alma rodeada de perguntas... Amo meu marido, minha família e meus animais de estimação. Sou um pouco ansiosa, gosto de tudo o que faz bem. Amo escrever... Isso faz de mim elo com os sentimentos que me consomem e que vagam por entre as pessoas. Sou uma pessoa extremamente intuitiva, que adora ouvir música (extremamente seletiva quanto a isso), que ama escrever, que faz do amor sua fonte de energia vital... Sempre!

sexta-feira, 14 de março de 2014

Educação: abraçar ou repelir-se?



                Ser solar ou trevas? Mentor ou mero coadjuvante? De que lado você está? De que jeito flui seu educar?
                Falar de educação é bem mais que falar das famosas “palavrinhas mágicas”. É fazer-se educar, educar para fazer e a união de ambos.
                E para tal, é necessário que os olhos estejam abertos; que não paremos em frente ao espelho analisando as rugas, dos anos de profissão e as rachaduras nas pontas dos dedos pelo pó do giz a cal. É necessário que olhemos nos espelho e nos vejamos muito além dele. Que nos autoanalisemos capacitados e capacitores de uma educação tão à frente dos nossos tempos de carteira de estudante.
                É necessário que talvez nos sentemos a ela, para nos instruir rumo à modernidade que se abrange, dia a dia. É preciso analisar, autocriticar-se, concentrar-se e mais... Ir além da própria educação. Buscar a fundo o que faz com que estejamos no ponto em que estivermos. E estender as mãos aos lados, num elo magnífico da formação do educar.
                Educo eu, educa você, educamos nós. A conjugação verbal, quando posta de forma ordenada e amplificada, soa com qualidade vocálica e comportamental.
                Compreende-se mais o mundo quando se para para enxergá-lo além das lentes dos melhores fotógrafos; quando se toma a câmera e, consequentemente, o foco se direciona ao seu modo de vê-lo.
                É assim com o mundo. É assim com a educação. É assim que se constrói qualquer coisa que não seja casinhas de pecinhas de montar ou cartas de baralho.
                A gente se esquece do que aprendeu. E repassa apenas parte do que sabe. Por mera preguiça boba, ou por achar que nosso conhecimento é unilateral.
                Mas, não. Somos como bolas. Rodamos todo o tempo, em todas as direções. O duro é que teimamos sermos a bola do “Quico”, a famosa “bola quadrada”, toda diferente na imaginação, toda inexistente na realidade.
                Quando pensamos em educação é necessário abrir os olhos, dilatar as pupilas. Afinal, nem tudo vem escrito em apostilas, planejadamente. É preciso, pois, investigar em outros livros, e-books, seguir novos caminhos.
                Não se faz educar sem educação. E não se faz educação contemplando-a fotograficamente, embelezada aos olhos alheios e amarrotada dentro da gaveta, em meio aos papéis tantos que nada comprovam tal avanço educacional brasileiro.

                E você, ainda crê na arte do abraço como forma de ir além as linhas?

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