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Casada, escritora, com a alma rodeada de perguntas... Amo escrever... Sou alguém que coloca o coração em tudo o que faz... Que dá o seu melhor... E que ama traduzir sentimentos!

domingo, 17 de maio de 2026

Chiclete Mascado & Suborno: Lençol Perfumado!

 



Tudo começou a mudar com ela olhando para ele e para mim. Lembro da carinha dela, satisfeita! Foi feita sua vontade!... E eu despertei minha vontade de nadar fora do aquário.

Como bom aquariano, percebi que as paredes grossas de vidro precisavam serem quebradas. Era preciso expandir as experiências...

E foi o que fiz! Fiz com maestria. Como bom homem. Como bom puto. Sem vergonha na cara. Com proteção de látex. Somente essa! 

Perfume na pele. Cabelo alinhado. Penteado com gel. Cheiroso como tem que ser. Saliente, como nunca fui!

Sempre fui o melhor marido! O bom filho. O exemplar profissional. E nada deu tão certo quanto a piração que eu me propus...

Pus de lado a exímia educação. Cheguei com olhar de lince. Analisando a caça da noite.

O local? Uma festa no subúrbio da cidade vizinha. E eu, com calça azul marinho de linho, camisa preta de botão e sapato social. Um cinto preto de couro. Um relógio o pulso. A aliança no dedo. E a corrente de ouro no pescoço. Presente de mãe, ainda na adolescência. 

Os óculos de grau no rosto fazem o charme a mais. Além da pinta no lado esquerdo da bochecha. Pele limpa e cheirosa. E olhar preparado para sair fora da ordem de sempre!

Um drink. Um whisky com gelo. Uma banqueta alta junto ao balcão. Um garçom barato. Facilmente negociável... E várias mulheres interessantes!

Mas, uma em especial me chamou mais a atenção: de vestido rodado azul marinho. Com alças finas e o sutiã preto.  Num salto. Cabelos batendo nas costas. Voando feito pássaro ao vento! Assim não aguento! Quero provar esses lábios! 

Suborno o garçom com algumas notas de dinheiro... E em cinco minutos, é ofertado a ela uma bebida. Algo mais adocicado, para refinar o paladar da Dona.

Junto com a taça, um convite. Dois dedos de prosa. Junto ao balcão, primeiramente. E depois, sabe Deus onde!

E a curiosidade em ver um homem atraindo para si o interesse nela, fez com quem viesse.

Mascando um chiclete com sabor de melancia. Parecia ter no máximo uns vinte e cinco. Uma ninfeta, cheia de vontade de ganhar algo. E eu, um lobo querência uma caça para comer!

Faminto... Olhei de cabo a rabo. Aquela conferência nada discreta. Apresentei -me e fui direto ao ponto: disse a que vim até ali,e o que queria fazer! Na cara de pau! Com a calça já apertando o menino!

Fui direto. E ela nem pestanejou em recusar. Disse que a recompensaria muito bem, ao término. O que aguçou mais ainda sua rapidez.

Em dez minutos ela já havia me posto em seu quarto. Simples, na periferia. Porém, impecavelmente limpo. E mais rápido ainda já foi desabotoar meu cinto, caindo de boca na cabeça dele. 

Lambeu como se estivesse devorando doce de leite cremoso de colher! Sugando cada pulsação que ele dava!

Aquilo foi me deixando solto. E eu solto, sou cruel! Não meço forças para me satisfazer!

Peguei seus cabelos e enrolei num coque alto. Puxei. Segurei firme. E apenas ordenei que engolisse. Tudo!

Movimentei como se estivesse embaixo. É só fui! Até ouvir um engasgo maior e uma respirada mais funda.

Confesso que ela aguentou bem os vários centímetros! Mas, eu não estava satisfeito! Não ainda! Queria fazer valer a pena a noite! A cama...

Joguei contra a cama. De bruços. De quatro, onde apenas o tronco ficou apoiado. E fui! Sem dó! Abrindo o caminho com ele. 

Segurei sua cintura com uma mão. E a boca com a outra. Equilíbrio perfeito com o meu corpo em cima do seu. Pude ver as montanhas douradas de Sol. Areia clara e um monte quente, quase pelando.

Pelada, apenas com o sutiã preto. Mais nada. E um gemido mais potente, a cada ida e vinda minha. 

E como fui!!! O máximo que eu quis, naquela posição. Naquele orifício. Contudo, ainda não estava satisfeito. Queria mais! E fiz! Virei seu corpo ao contrário, peguei suas coxas e empurrei seu corpo contra a parede, erguendo-a. Encaixei suas mãos em meus ombros. E disse para que sentisse. 

E, ali, em meus braços, a fiz cavalgar. Sincronizando os movimentos. Colocando cada vez mais ao fundo. Suando e sugando seus mamilos, enquanto beijava sua boca carnuda. 

Porém, não era a hora de explodir ainda. Eu queria mais! E então eu a abri. Toda. Alternando entre as portas. Da frente, numa visita mais elaborada. E dos fundos, numa visita de médico público. Com a rapidez e a grosseria de um médico que já estava de plantã há doze horas. 

Alternei entre a medicina particular e a pública. Dando atenção exacerbada. E passando a receita sem olhar o paciente. 

Entretanto, eu a mediquei. Duplamente. Com o xarope via oral. E intra muscular. Num músculo altamente febril. 

A ninfeta provou o tiozão! Sem jaleco branco. Apenas no lençol branquinho e perfumado. Que ficou todo amassado e suado, com o atendimento peculiar.

Após, um beijo roubado e uns tostões de dinheiro vivo. Contudo, um detalhe: meu cartão de visita em meio às notas. 

Estratégico? Talvez. Descuido. Será? Vamos ver o que o destino reserva para esse que vos escreve!... Aguarde!



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